Handebol: características gerais, fundamentos básicos e sistemas de jogo
O handebol teve origem na Alemanha, em meados do século XIX e, assim como grande parte dos esportes coletivos, faz muito sucesso no Brasil. Juntamente ao futebol, basquete e vôlei, ele é uma das modalidades mais praticadas entre os brasileiros, por isso é muito importante que se conheça os fundamentos do handebol, tanto para os profissionais de educação física, como para os praticantes.
Devido ao sucesso das seleções masculina e feminina, o esporte vem se destacando no cenário nacional, o que o torna uma excelente opção de carreira para os profissionais ligados a ele.
Se esse é o seu caso e você chegou até aqui para saber um pouco mais sobre o assunto, continue lendo e descubra tudo sobre os fundamentos do handebol, suas regras e tipos de sistemas.
Regras do handebol
São diversas as regras desse esporte. Por isso, separamos cada um delas em tópicos, os quais você poderá conferir a seguir!
Tamanho da quadra
A quadra destinada à prática do handebol usualmente conta com um piso emborrachado ou de madeira. Em alguns locais, o esporte é praticado ao ar livre. A quadra tem o formato retangular, já conhecido por grande parte dos esportistas.
Para ser considerada oficial, ela precisa medir entre 38 m e 44 m de comprimento, com uma largura entre 18 m e 22 m. Para facilitar, as medidas da quadra são definidas, na maioria das vezes, como sendo 40 m × 20 m.
Além das marcações laterais e de fundo, existem outras quatro linhas que participam das regras do handebol. A primeira delas é a linha de 4 metros, que aponta a posição em que os goleiros devem se posicionar para cobrar o tiro livre a uma distância de 7 m.
A segunda é a linha de 6 metros, que define a área dos goleiros, local em que só eles podem pisar. O tiro livre, mais conhecido como pênalti, é cobrado na linha de 7 m e as faltas aos 9 m. Nesse último caso é possível adicionar uma barreira.
Material de jogo
A bola é o principal artefato utilizado durante as partidas. Ela deve ser feita de couro, para facilitar o manuseio dos atletas, e o tamanho varia de acordo com o sexo. A masculina mede entre 58 cm e 60 cm de diâmetro, e pesa entre 425 g e 475 g. Já a feminina é um pouco menor e mais leve, medindo entre 54 cm e 56 cm de diâmetro e pesando entre 325 g e 400 g.
Gol
Para que seja validado o gol, a bola precisa passar completamente pela linha da grande meta. O único jogador que pode estar dentro da área é o goleiro. Os adversários somente podem adentrar pelo ar, mas, antes de encostar os pés no chão, a bola deve ser arremessada ao gol. Ou seja, não é permitido encostar os pés dentro da área com a bola em mãos.
Ação do Goleiro
A bola não pode ser recuada para o goleiro se ele estiver dentro da área. Caso essa ação ocorra, a penalidade é um arremesso a uma distância de 7 m. Apesar disso, o arqueiro — também conhecido como goleiro — pode atuar como um jogador de linha.
Nesse caso, ele precisa passar a bola para um colega do time e sair da área sem estar com ela em mãos para participar do jogo. Se ele sair da área com a bola em mãos, a penalidade é um tiro livre a uma distância de 9 m.
Faltas e penalidades
As faltas são cobradas no local em que elas ocorrem, exceto quando forem próximas à área do goleiro, em que é necessário cobrar na linha de tiro livre. A distância entre o local da falta e a barreira adversária deve ser de 3 m.
Para tornar o jogo mais dinâmico, ela pode ser cobrada sem que necessariamente o árbitro apite nem meça a distância da barreira.
Advertência (cartão amarelo)
O cartão amarelo é a punição mais leve e serve como uma primeira advertência ao atleta.
Exclusão
A segunda ação que o juiz pode usar é a punição de dois minutos. Ela é utilizada quando a equipe faz uma substituição ou entrada irregular, quando comete repetidas infrações contra o adversário ou quando realiza uma conduta antidesportiva repetidamente.
A ação de exclusão é mostrada pelo juiz quando ele levanta um braço verticalmente e mantém o dedo médio e o indicador estendidos. Os atletas que forem excluídos por três vezes em uma mesma partida, serão automaticamente desqualificados.
Desqualificação (cartão vermelho)
Quando um jogador recebe um cartão vermelho, ele é desqualificado da partida, ou seja, ele é expulso. Nesse caso, o atleta deve se retirar de quadra e não pode ficar no banco de reservas.
A equipe fica com um jogador a menos durante 2 minutos e, após esse período, outro atleta — que não o expulso — pode entrar em quadra. A desqualificação ocorre após a terceira exclusão de um mesmo atleta, ou quando algum jogador comete uma conduta antidesportiva considerada grave.
Arbitragem
O jogo é coordenado por uma equipe formada por dois árbitros, um cronometrista e um secretário. Os dois juízes trabalham em conjunto e têm a mesma responsabilidade de controlar a partida e marcar as faltas e todas as infrações. Normalmente um deles se posiciona na linha de meio-campo e o outro em uma das linhas de fundo da quadra.
O secretário tem uma função mais administrativa. Ele fica sentado à mesa de arbitragem e deve realizar todos os registros estatísticos do jogo, como o número de gols marcados, o jogador responsável por eles e pelas faltas, o número de cartões amarelos e vermelhos, o número de dois minutos etc.
Por fim, o cronometrista é o responsável por controlar o tempo de jogo. Ele deve estar atento ao comando dos juízes para parar o relógio. É dele também a função de marcar os dois minutos e permitir a volta dos atletas à partida.
Regras gerais
Além das mais extensas acima citadas, existem outras regras gerais que auxiliam na organização do esporte. Para facilitar o entendimento, criamos uma lista para que você as conheça! Veja a seguir:
- cada equipe pode contar com sete atletas em quadra, sendo seis de linha e um goleiro;
- não é permitido permanecer com a bola em mãos por mais de 3 segundos nem dar mais de três passos sem quicá-la;
- para cobrar a lateral, é necessário permanecer com um pé sob a linha;
- a cobrança de penalidade deve ser realizada sem tirar o pé de apoio do chão;
- para fazer o desarme, o atleta de defesa deve manter a mão aberta e utilizar somente uma delas;
- o time que estiver com a bola deve sempre se dirigir ao gol e não é permitida a troca de passe no campo de defesa;
- a partida é dividida em 2 tempos de 30 minutos, com 10 minutos de intervalo;
- o número de substituições é ilimitado, mas precisa ser realizado dentro da área determinada;
- não é permitido ao jogador de linha entrar na área destinada ao goleiro;
- quando um jogador que está arremessando a bola ao gol é interrompido, deve ser marcado o pênalti, ou seja, o tiro livre na distância de 7 m.
Fundamentos de passe do handebol
Para que o passe no handebol seja realizado com maior eficiência, o primeiro detalhe que é necessário ser aprendido é a empunhadura, ou seja, a maneira de segurar a bola.
Ela deve ser acomodada na palma da mão, que precisa estar um pouco côncava. As falanges distais, ou seja, a ponta dos cinco dedos da mão completam ações, de modo que a bola fique bem presa e com fácil manuseio para o passe.
Após acertar a empunhadura, chegou o momento de realizar o passe. Existem diferentes tipos, que variam de acordo com o posicionamento e a distância entre os atletas.
Passe de ombro
O principal tipo de passe é o de ombro. Ele é o mais básico e utilizado no handebol, já que pode ser executado em qualquer direção ou distância. Nele, o cotovelo deve estar alinhado à altura do ombro e a perna contrária ao braço que está realizando o movimento fica à frente.
Passe por trás da cabeça
Quando os companheiros de equipe encontram-se ao lado contrário ao braço de arremesso, o jogador deve realizar, à curta distância, um passe por trás da cabeça.
Passe de costas
Já o passe de costas é necessário sempre que o desejo for mudar a direção da bola e da jogada. Na grande maioria das vezes a bola é devolvida ao atleta que passou.
Passe em pronação
O passe em pronação recebe esse nome, pois, no momento do movimento, a articulação do antebraço rádio-ulnar está com o dorso da mão para cima. O passe é lateral e de média ou curta distância. O principal objetivo ao optar por ele é aumentar a velocidade da jogada.
Fundamentos de recepção do handebol
A recepção é o fundamento que permite que a bola proveniente de um passe ou interceptação seja dominada com segurança. Assim como o passe, há tipos diferenciados de recepção que variam de acordo com a altura, podendo ser alta, média ou baixa.
Recepção média
A grande maioria dos passes corretos do handebol é direcionada para a zona média, que corresponde ao peitoral, podendo ser estendido da altura da cabeça até a cintura. Para receber do jeito mais eficiente nessa posição, os braços devem estar estendidos em direção à bola e a palma da mão voltada para a frente.
Recepção alta
É aquela que acontece acima da cabeça. Normalmente essa ação ocorre quando há um erro de cálculo na hora do lançamento ou quando ele é realizado a uma longa distância.
O salto é um grande auxiliar nessas situações e a posição para a recepção é a mesma da pegada média, devendo apenas ocorrer o ajuste da altura conforme a trajetória da bola.
Recepção baixa
É o domínio de bola que ocorre abaixo da linha do quadril, normalmente resultante de um passe errado. Para receber essa bola de maneira correta, as mãos devem assumir a posição de concha, com as palmas viradas para frente. As pernas devem ficar afastadas, mais ou menos na largura do ombro, e quanto mais baixa estiver a bola, maior deve ser a flexão de joelhos.
Fundamentos de arremesso
O arremesso, também conhecido como chute, é realizado, na maioria das vezes, na posição de ombro já citada. Ele pode ser dividido em três tipos:
- arremesso com salto — que ocorre em suspensão;
- arremesso sem salto — que acontece com apoio;
- arremesso com queda — com queda após o arremesso.
Arremesso com salto
O arremesso com salto acontece sempre em suspensão, ou seja, nele não há contato entre os pés do arremessador e o solo.
Arremesso sem salto
Esse tipo de arremesso é executado parado, portanto, deve haver contato com o solo. Em um tiro livre da linha de 7 m essa é a posição que deve ser adotada pelo cobrador.
Arremesso com queda
Nesse caso, o jogador projeta o corpo a frente para arremessar e, após o gesto, acontece a queda. Ele é muito comum entre os pontas e os pivôs e é utilizado em sua maioria no ataque, quando a bola é direcionada ao gol adversário.
Fundamentos de finta no handebol
Para fazer a finta no handebol, o jogador precisa estar com a posse de bola. Ela consiste em ameaçar fazer determinado movimento e mudar de direção ao final dele. O objetivo é confundir, desequilibrar e, principalmente, deixar o adversário para trás, desviando sua atenção e ficando em um número maior de jogadores.
Para um atleta fazer uma boa finta no handebol, ele precisa ter velocidade de reação, deslocamento rápido, equilíbrio e agilidade para as mudanças de direção. Além disso, é preciso contar com uma boa visão de jogo, pois a finta é realizada com a bola andando e muitas vezes o atleta deve enxergar a quadra durante o movimento para escolher a melhor posição para se deslocar.
Podemos resumir que a finta consiste na atuação do jogador para escapar do ataque e da marcação do adversário. O engajamento propicia um movimento físico dinâmico para o drible. Confira, a seguir, algumas características dessa jogada no handebol.
Pedagogia
Ao se tratar de ensino pedagógico da finta, essa pode ser entendida como o momento da eficácia em uma tomada de decisão. Assim, o jogador busca uma ação tática para agir diante do desafio.
Além disso, ele observa os espaços vazios possíveis de ocupação e realiza a tentativa da finta antes do adversário. Dessa forma, o jogador aposta no seu próprio esforço e conclui sua ação.
Portanto, ele tem um desempenho completamente individual para atacar e progredir com a bola exatamente nos espaços em que a defesa adversária não ocupa. Isso determina a função da finta, que tem como maior objetivo a busca pelo não explorado.
Do ponto de vista pedagógico, é essencial que o fundamento da finta seja ensinado desde o princípio, pois certamente o conhecimento propiciará melhoria na tática e no desempenho do jogador.
Características
O jogador que realiza uma finta no jogo busca desequilibrar e tornar o seu adversário mais frágil, fazendo com que ele perca o poder sobre a posição corporal e técnica.
Assim, a finta também apresenta uma tática interessante sobre a dinâmica dos limites corporais. O jogador deve sempre realizar o movimento para ambos os lados do corpo, tanto o forte quanto o fraco, com o objetivo de fortalecer e adquirir melhor desenvolvimento físico.
Considerando os níveis individual e coletivo no handebol, a finta proporciona ao jogador a possibilidade de aumentar a numeração nos pontos para a equipe.
Manter sempre os mesmos movimentos é prejudicial, pois a adaptação do defensor à situação é estimulada. Por isso, inove e conheça diferentes tipos de fintas.
Técnicas
As técnicas podem ser de três tipos: deslocamento, troca de ritmo e mudança de direção. Confira:
- deslocamento: é o ato onde o jogador troca de posição na quadra;
- troca de ritmo: é o que determina o aumento ou a diminuição da velocidade no momento em que o jogador realiza o deslocamento contra o adversário;
- mudança de direção: é a ação que visa a alternância do deslocamento.
A finta deve ser sempre feita quando o jogador estiver com a posse da bola e, o adversário, próximo a ele. Deve-se agir com firmeza e velocidade para obter um resultado satisfatório.
Objetivos da finta
Acompanhe os principais objetivos para realizar a finta:
- driblar a marcação do adversário;
- desequilibrar e desviar a atenção da defesa;
- melhorar a pontuação no jogo;
- conseguir atravessar o adversário com a posse da bola.
Tipos de finta
Temos quatro tipos de finta que o jogador pode colocar em ação:
- arremesso;
- passe;
- deslocamento para a direita;
- deslocamento para a esquerda.
Êxito da finta
É interessante que o jogador desenvolva algumas habilidades ao treinar para a finta:
- adquira velocidade no momento da reação e ao se deslocar para ganhar espaço;
- fortaleça o equilíbrio físico para que o jogador não se desestabilize no momento de uma parada brusca;
- exercite agilidade;
- coordene os movimentos;
- treine para que a ação seja realizada no mínimo de tempo possível;
- observe a situação em que se encontra o jogo para poder agir.
Sistema ofensivo
O ataque no handebol é executado de três principais maneiras: em circulação, posicionado e combinado.
No ataque em circulação, os atletas devem movimentar-se o tempo todo, alternando com os companheiros o posicionamento em quadra. Já o ataque posicionado é o oposto. Nesse caso, cada um tem a sua própria posição e somente a bola circula em quadra.
Por fim, o ataque combinado se vale dos dois meios ofensivos ao mesmo tempo. Para tanto, alguns jogadores trocam de posição e se movimentam constantemente em quadra, enquanto outros têm posições fixas. As formas de atacar são inseridas no sistema ofensivo. Veja os principais que separamos para mostrar a você.
Sistema de ataque 3×3
O sistema 3×3 é muito utilizado no handebol. Nele, três armadores posicionam-se na frente da linha de 9 m, enquanto dois pontas e um pivô ficam na linha de 6 m. Devido ao posicionamento avançado de três jogadores, esse sistema tem um caráter bastante ofensivo.
Sistema de ataque 6×0
No esquema ofensivo 6×0, a equipe ataca trocando passes em linha, tentando adentrar a defesa adversária e buscando o arremesso à curta distância. A principal vantagem desse modelo é a jogada pelas pontas, que pode resultar em boas infiltrações pelo meio.
Sistema ofensivo 5×1
O modelo 5×1 é composto por cinco armadores, que se posicionam à frente da linha de tiro livre, e um pivô infiltrado. Ele sempre se posiciona próximo à linha dos 6 m e na parte central da quadra, pois assim consegue um melhor ângulo para o arremesso.
Sistema defensivo
O handebol conta com muitas opções de sistema defensivo, que podem ser utilizadas conforme a tática elaborada pelo treinador e as características dos jogadores, da equipe e principalmente do adversário. As principais posições de defesa mais utilizadas são: 3×3, 4×2, 6×0, 5×1 e 3×2×1. Dentre essas, as mais comuns são a 6×0 e a 5×1.
Os times também podem variar os sistemas defensivos utilizados em uma mesma partida com o intuito de confundir o adversário e não tornar o esquema da equipe previsível. Confira como são formadas todas as posições.
Sistema de defesa 6×0
No esquema defensivo 6×0, todos os jogadores do time, exceto o goleiro, ocupam suas posições em uma mesma linha de defesa, próximos à marcação dos 6 m. Essa marcação é realizada visualizando a bola.
Sendo assim, não há posições fixas e os defensores deslocam-se lateralmente e frontalmente, conforme a trajetória da bola. Ele é indicado quando o adversário tem excelentes arremessadores da linha dos 6 m e não conta com bons atacantes de média ou longa distância.
Sistema de defesa 5×1
O posicionamento do sistema 5×1 é feito com um jogador na segunda linha de defesa, próximo à dos 9 m e cinco na primeira, próximos à linha dos 6 m. O atleta que fica na segunda tem como objetivo não deixar que os atacantes troquem passes ou penetrem a área do goleiro.
Ele pode ser uma boa opção para substituir o esquema 6×0 quando a equipe adversária conta com um bom armador ou arremessador de longa e média distância.
Sistema de defesa 3×3
Formado por três jogadores na primeira linha e outros três na segunda, esse é o mais ofensivo dos sistemas defensivos, já que os três jogadores posicionados na linha de 9 m costumam ser pivôs. O principal objetivo das equipes que fazem uso do 3×3 é impedir o arremesso da linha de 9 m e realizar um rápido contra-ataque.
Sistema de defesa 3×2×1
No 3×2×1, a equipe é disposta em três linhas, posicionando três jogadores na linha de 6 m, dois na de 9 m e um mais adiantado. Essa formação facilita o contra-ataque em velocidade.
O principal objetivo do esquema é impedir a movimentação do adversário, bloqueando a infiltração. Ele pode acontecer por meio da marcação individual, ou por zona.
Avaliação de desempenho
A avaliação de desempenho está sendo cada vez mais utilizada em todos os esportes. Ela é a principal ferramenta para medir se os fundamentos estão sendo bem executados por cada um da equipe.
Mas, afinal, o que é e como funciona essa avaliação de desempenho no handebol? Ela é uma análise feita dos atletas individualmente, da equipe em conjunto ou do adversário. Por meio dela, é possível ver, em detalhes, todas as ações e o rendimento técnico, tático e físico de cada jogador.
Para que ela seja realizada da maneira mais exata possível, os analistas contam com a ajuda de um software, que divide a quadra em partes e capta todos os dados que deverão ser estudados. É possível ainda adicionar marcadores individualmente em cada jogador.
A importância da análise de desempenho no handebol
Depois de aprender como funciona a análise, você deve estar se perguntando se o esforço realmente vale a pena. A resposta é: sim. A análise de desempenho permite que a equipe saia em vantagem antes mesmo de pisar em quadra.
Isso porque, com todos os dados dos seus atletas e do adversário em mãos, o treinador pode criar um esquema tático do handebol vencedor. Ao mensurar os efeitos da análise, é possível perceber quais jogadores têm os melhores resultados em cada tipo de esquema, quais fundamentos precisam ser melhorados e qual o treinamento mais indicado para cada um.
Características do analista de desempenho
Se você é treinador de uma equipe e deseja contar com esse serviço, é preciso encontrar um analista de desempenho. Caso você seja um profissional de educação física que está buscando oportunidades de mercado, a análise de desempenho no handebol é uma ótima chance.
Para seguir nessa carreira o primeiro passo é estar informado sobre o assunto e a melhor forma de fazer isso é por meio de cursos, leituras e busca por informações. Há ainda as especializações disponíveis nessa área para aqueles que desejam entender o assunto a fundo.
Estudar a aprender os fundamentos do handebol são ações muito importantes para aqueles que desejam trabalhar com esse esporte. Devido ao grande crescimento no número de interessados, incluir o handebol nas atividades que você está habilitado a ensinar e treinar só aumenta as chances de se obter sucesso na carreira profissional.
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Dúvida: não é permitido passe na quadra de defesa? Entendo que deva-se estar mencionando o “jogo passivo”, mas me parece que se pode trocar passe em qualquer parte da quadra, menos dentro das áreas de gol. Por favor, me ajudem a esclarecer, caso seja uma regra atual. Grato.
O esporte cuja teoria eu desenvolvi, passa perto do handebol, porque a bola é pequena, o atleta do futuro vai fazer o passe com apenas uma mão, até correr segurando a bola, só pode com uma mão, seja canhoto ou destro, durante a corrida ele não pode fazer uso de segurar a bola com as duas mãos, lançar para o seu retaguarda pode com as duas mãos e este receber com duas, mais correr, lançar ou introduzir na ” caçapa ” somente com uma mão. Porque na pista de corrida o atleta tem de correr segurando fortemente a bola e não deixar a bola cair na pista se ele for ” lançador ” porque neste esporte ele não pode recuar para pegar a bola que cai, a menos que a bola role no sentido da corrida, se passar este atleta e os demais tem de percorrer o que chamo de ” volta improdutiva ” ou seja percorrer 280 metros ou mais porque o campo ou arena mede 80/60 até aonde a bola estacionou, e este percurso é livre s/bloqueio. Este esporte é formado com duas equipes de seis atletas, ( três lançadores e três bloqueadores ), quatro na pista e dois na reserva. 45 minutos divididos em dois tempos e 15 de intervalo para encaçapar até 10 bolas de 4.5 polegadas. A corrida é continua para os lançadores pelos dois tempos de vinte e dois minutos e trinta segundos. 1 arbitro e um gandula.
Recepção de dois tempo, é quando a bola toca primeiro o chão e depois seguramos, correto?